Setembro Amarelo: Funesa promove série de palestras sobre saúde mental

Atividades destacam importância da saúde mental e prevenção de doenças no trabalho

Com o objetivo de conscientizar empregadores, trabalhadores e população sobre a importância da saúde mental no ambiente de trabalho, a Fundação Estadual da Saúde (Funesa) realizou uma série de palestras em alusão à campanha do Setembro Amarelo. As atividades buscaram incentivar a prevenção de doenças relacionadas ao trabalho e promover o bem-estar entre os servidores.

O Setembro Amarelo é uma campanha nacional de conscientização sobre a saúde mental, destacando a importância de se falar sobre o tema. A responsável técnica pela Logística Operacional da Funesa, Paula Bödeker, ressaltou o foco das ações dentro da instituição. “Setembro é o mês em que falamos da vida. Hoje não falamos mais sobre lesão autoprovocada, mas sim de como prevenir essas doenças silenciosas. Muitas pessoas enfrentam dificuldades e não conseguem pedir ajuda. Queremos mostrar que é possível encontrar apoio e dar visibilidade a essa realidade”, afirmou.

O médico Victor Hugo, um dos palestrantes, enfatizou a relevância da promoção da saúde mental no ambiente de trabalho. “Vivemos em um mundo acelerado e demandante. Caso a gente não promova um ambiente saudável no trabalho, isso pode gerar adoecimento, resultando em absenteísmo e afastamento. Precisamos tratar a saúde mental como uma prioridade”, alertou ele. 

A psicóloga Cristina Alves Ferreira também participou do evento e falou sobre os fatores de risco e de proteção no ambiente de trabalho. “É fundamental que o trabalhador se perceba, pois a autodepreciação é o primeiro passo para o autocuidado. Além disso, as empresas precisam estar atentas aos sinais de que seus colaboradores não estão bem. A prevenção deve ocorrer o ano todo, pois o adoecimento mental não se restringe a um período específico”, destacou a profissional.

Já a assessora técnica da Funesa, Willianne Barreto, reforçou a importância da iniciativa e de como são importantes momentos iguais a esse. “Mais uma vez os trabalhadores da Funesa ganham com a gestão ao abordar um tema tão relevante. A saúde mental no ambiente de trabalho é essencial para o bem-estar e a qualidade de vida, impactando diretamente os relacionamentos interpessoais e a produtividade”, afirmou.

Fotos: Jessica Mendes

Sergipe vai sediar seminário de desenvolvimento técnico-científico em educação permanente no SUS

Iniciativa reúne gestores, pesquisadores e profissionais para debater melhorias no SUS

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Estadual da Saúde (Funesa) e da Escola de Saúde Pública de Sergipe (ESP/SE), realizará, de 25 a 27 de novembro de 2024, o Seminário de Desenvolvimento Técnico-Científico em Educação Permanente no Sistema Único de Saúde (SUS): Fortalecendo o Processo de Trabalho em Saúde (SDTEC), em Aracaju. O evento busca promover o debate e a atualização de conhecimentos sobre a Educação Permanente em Saúde (EPS) no SUS.O seminário é voltado para profissionais da saúde, gestores, estudantes, pesquisadores e usuários do SUS, com o objetivo de fortalecer o papel da EPS na qualificação dos serviços de saúde e na valorização dos trabalhadores do sistema.

A superintendente da Escola de Saúde Pública de Sergipe, Daniele Travassos, ressalta que o evento será um espaço de intercâmbio de experiências e saberes, além de estimular a produção científica voltada para o aprimoramento dos processos de trabalho em saúde. “O seminário visa compartilhar práticas de Educação Permanente que ocorrem em nosso território, divulgando estudos e pesquisas que contribuem para a melhoria da qualidade da atenção à saúde no SUS de Sergipe”, destaca.

 Além das palestras e atividades programadas, o evento também contará com a submissão de trabalhos científicos. Profissionais e gestores do SUS, além de professores, pesquisadores e estudantes vinculados a instituições de ensino superior do estado, poderão submeter trabalhos até o dia 30 de setembro de 2024. 

 Serão aceitos no máximo dois resumos por autor, e cada resumo poderá ter até cinco autores. Os trabalhos devem se enquadrar em um dos oito eixos temáticos do evento, que abrangem desde a gestão do trabalho e formação profissional até inovações tecnológicas aplicadas à saúde.

 A bibliotecária e membro da comissão científica do evento, Camila Barreto, reforça a importância do seminário como um instrumento de integração entre ensino e serviço. “Esse evento foi pensado como forma de mostrar que a união das instituições de ensino com o SUS pode revigorar a produção científica, trazendo não só uma visão acadêmica, mas também a perspectiva do cotidiano dos profissionais que são a base da saúde em Sergipe”, afirma.

A divulgação dos resultados das avaliações dos trabalhos está prevista para o dia 28 de outubro, e as datas e horários das apresentações serão anunciados a partir de 31 de outubro. As inscrições para participação no evento estarão disponíveis em breve, conforme o cronograma a ser divulgado no site da Funesa e nas redes sociais.

 Mais informações sobre a submissão de trabalhos, bem como o regulamento completo do seminário, podem ser acessados no site oficial da Funesa. Para dúvidas ou esclarecimentos adicionais, os interessados podem entrar em contato com o Núcleo de Produção Científica (NPC) da ESP-SE/Funesa, através do e-mail npc.esp.se@gmail.com, sdtec.se@gmail.com, ou pelo telefone (79) 3198-3831. O regulamento e a página do seminário estão disponíveis no site: SDTEC (funesa.se.gov.br).

SES realiza webpalestra sobre protocolo clínico para tratamento antirrábico

A raiva é uma doença fatal e por isso, é crucial que os protocolos clínicos sejam constantemente revisados e atualizados

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), em parceria com a Fundação Estadual de Saúde (Funesa), realizou nesta terça-feira, 17, uma webpalestra voltada para profissionais de saúde sobre a atualização do protocolo clínico para o tratamento antirrábico. A iniciativa teve como objetivo capacitar médicos, enfermeiros e coordenadores de vigilância, reforçando a importância de uma abordagem correta diante de possíveis casos de raiva humana.

 A médica veterinária e responsável técnica pelo Programa de Controle da Raiva em Sergipe, Ana Paula, destacou que a raiva é uma doença fatal e que, por isso, é crucial que os protocolos clínicos sejam constantemente revisados e atualizados. “Os profissionais de saúde estão na linha de frente, sendo responsáveis por avaliar e tomar as decisões adequadas quando um paciente é exposto ao vírus da raiva, especialmente após acidentes envolvendo animais agressores como cães, gatos e morcegos”, explicou.

 Durante a webpalestra, Ana Paula também ressaltou que a raiva não se restringe ao ciclo urbano, envolvendo cães e gatos, mas também afeta o ciclo rural, com animais herbívoros, bovinos e equinos, e o ciclo silvestre, que inclui mamíferos como morcegos e raposas. Dessa forma, o protocolo clínico leva em consideração o tipo de animal envolvido no acidente para definir o tratamento mais adequado.

 O diretor de Vigilância em Saúde da SES, Marco Aurélio, reforçou a gravidade da raiva humana, uma doença com alta taxa de letalidade. “ Embora a vacinação de animais seja uma medida essencial de prevenção, a webpalestra teve como foco o atendimento após um acidente. É fundamental que os profissionais saibam como agir em casos de mordeduras ou arranhaduras, seja por animais domésticos ou silvestres, para prevenir a infecção pelo vírus da raiva”, afirmou.

 Marco Aurélio enfatiza também que, apesar da raiva humana ser uma doença relativamente rara, o vírus continua circulando no país.  “O risco de transmissão por animais silvestres, principalmente morcegos, tem aumentado. Por isso, a atualização dos profissionais de saúde é fundamental para garantir a proteção da população e o controle da doença”, informou.

 Vacinação

 A SES segue mobilizando os municípios sergipanos para a campanha de vacinação antirrábica, que tem como a expectativa vacinar 320 mil animais contra a doença neste ano, imunizando 80% da população estimada de cães e gatos no estado. A campanha de vacinação antirrábica segue até o dia 30 de setembro.

SES promove capacitação sobre saúde sexual e reprodutiva para agentes comunitários

Agentes de saúde são capacitados para orientar comunidades sobre a temática

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Estadual de Saúde (Funesa) e da Escola de Saúde Pública de Sergipe (ESP/SE), iniciou uma série de capacitações voltadas para qualificar os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) em temas relacionados à saúde sexual e reprodutiva. A iniciativa tem como objetivo aprimorar o conhecimento desses profissionais que atuam diretamente com a comunidade, para que orientem adequadamente os usuários de seus territórios e contribuam para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS).

A primeira etapa da capacitação foi realizada no município de Itabaiana, envolvendo os agentes da regional. As próximas capacitações acontecerão nas regionais de Nossa Senhora da Glória, Propriá e Lagarto. A expectativa é que a formação se estenda até o mês de novembro, contemplando todas as cidades do estado de acordo com o cronograma estabelecido.

A facilitadora da Saúde da Mulher e responsável técnica da Diretoria de Atenção Primária à Saúde da SES, Elline Alves, destacou a importância da capacitação para os agentes. “Ano passado tivemos grande êxito com uma capacitação sobre câncer de colo de útero e mama. Este ano trouxemos a temática da saúde sexual e reprodutiva. Entendemos que o ACS é o elo entre a população e a Atenção Básica, então ele precisa estar munido de informações para orientar os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS)”, explicou.

O inspetor da Atenção Primária de Saúde de Itabaiana, Diego Cavalcanti, reforçou a relevância da formação. “Achei de grande importância essa capacitação, pois os agentes comunitários são o elo entre o sistema de saúde e a comunidade. Abordar temas como saúde reprodutiva é essencial para o trabalho diário dos profissionais. O Governo está de parabéns por essa iniciativa, que nos permite atuar como multiplicadores”, afirmou.

Aperfeiçoamento das técnicas

Os participantes dessa primeira etapa da qualificação expressaram entusiasmo em relação à oportunidade de aperfeiçoar seus conhecimentos e habilidades, reconhecendo a relevância da capacitação para o aprimoramento dos serviços em suas regiões.

A agente de saúde do município de Ribeirópolis, Patrícia Nascimento, também destacou a relevância da qualificação e o quanto os conhecimentos vão auxiliar no dia a dia. “Nós estamos na linha de frente em contato direto com os adolescentes, que muitas vezes carecem de informações sobre o uso do DIU e outros métodos contraceptivos. É fundamental quebrar tabus e levar conhecimento à comunidade”, disse ela.

Márcio José, agente de saúde no município de Pinhão, também participou da formação e enfatizou o impacto positivo dela para o seu trabalho. “Gostei muito da forma como a palestrante nos deixou à vontade. Estou honrado em participar dessa capacitação e feliz por poder levar essas informações para as pessoas que atendemos”, comentou.

IV ENCONTRO ESTADUAL DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA HOSPITALAR

Evento faz parte das ações da campanha Setembro Amarelo

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), em parceria com a Fundação Estadual da Saúde (Funesa) e o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest), promoveu nesta segunda-feira, 16, uma mesa redonda com tema ‘Transtorno Mental Relacionado ao Trabalho’.  

O evento, que faz parte das ações da campanha Setembro Amarelo, foi aberto a todos os trabalhadores, não se limitando apenas aos profissionais de saúde responsáveis pela notificação dos casos. A proposta foi disseminar conhecimento sobre os transtornos mentais relacionados ao trabalho, suas formas de prevenção e tratamento, além de enfatizar a importância de abordar o tema ao longo de todo o ano. 

A gerente de Vigilância em Saúde do Trabalhador da SES, Christiane Hora, destacou a importância da ação ao afirmar que o transtorno mental relacionado ao trabalho ainda é negligenciado e cercado de preconceitos. “Precisamos que os casos de doença mental sejam notificados. Sem essas informações, é como se o trabalhador não tivesse adoecido. É crucial registrar esses casos para fins epidemiológicos e para a criação de políticas públicas eficazes. Atualmente, temos poucos casos registrados, o que limita nossas ações”, afirmou. 

O coordenador do Cerest, Igor Coelho Nunes, reforçou que o órgão atua de forma preventiva na saúde e segurança de todos os trabalhadores, independentemente do vínculo empregatício. “Vivemos em uma sociedade em rápida mudança, com pressões cotidianas e do ambiente de trabalho que afetam a saúde mental dos trabalhadores. É fundamental que o ambiente de trabalho seja um espaço de cooperação e respeito, combatendo a cultura do assédio”, destacou.

A programação da mesa redonda contou também com a participação da psiquiatra Ana Raquel, que enfatizou a importância do diálogo aberto entre gestores e trabalhadores. “É essencial que as instituições estejam atentas aos sinais de exaustão e alterações frequentes de comportamento nos trabalhadores. Muitas vezes, o próprio trabalhador não percebe que está adoecendo mentalmente. Devemos estar atentos a sinais como irritabilidade, cansaço excessivo e dificuldade para dormir”, ressaltou. 

O diretor de Vigilância em Saúde da SES, Marco Aurélio, explicou que a vigilância em saúde atua em duas frentes importantes relacionadas à saúde mental: a vigilância das violências, que inclui lesões autoprovocadas, e a saúde mental dos trabalhadores. “Nosso objetivo é sensibilizar os profissionais para notificarem os casos e investiguem a relação com o ambiente de trabalho, permitindo intervenções para evitar que o local se torne uma fonte de adoecimento mental”, afirmou.

Saúde promove webpalestra alusiva à campanha Setembro Amarelo

Encontro virtual reforça importância da notificação e prevenção de lesão autoprovocada

Dentro da programação do Setembro Amarelo, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Estadual da Saúde (Funesa), realizou nesta terça-feira, 10, uma webpalestra voltada à saúde mental. O evento destacou a importância da notificação e do acompanhamento de pessoas que cometem lesão autoprovocada.

No Brasil a campanha Setembro Amarelo tem sido realizada anualmente com o objetivo de fomentar o debate sobre a saúde mental e reduzir o estigma em torno do tema. A psicóloga e responsável técnica do Núcleo de Vigilância de Violências e Acidentes da SES, Maiana Félix, ressaltou a relevância de iniciativas como essa. “É fundamental que estados e municípios se engajem na campanha, promovendo ações em unidades de saúde e outros espaços”, afirmou.

Importância da notificação

Durante a webpalestra o diretor da Vigilância em Saúde da SES, Marco Aurélio, reforçou a necessidade de notificar as tentativas de lesão autoprovocada nos serviços de saúde. Segundo ele, o aviso é fundamental para que o sistema de saúde possa agir de maneira preventiva e direcionar os pacientes ao acompanhamento adequado.

“A notificação não é apenas o preenchimento de um formulário. Ela traz informações essenciais para o cuidado com tais pessoas, permitindo que elas sejam incluídas em uma linha de cuidado especializada”, explicou Marco Aurélio.

Prevenção e conscientização

Uma das palestrantes foi a psicóloga Laís Alves, que destacou a importância de campanhas como o Setembro Amarelo para ampliar o alcance da conscientização sobre a saúde mental. “Esse tema é muito importante porque é uma forma de nós enquanto profissionais de saúde, conseguirmos prevenir agravos na área de saúde mental, discutindo o tema em diferentes setores como escolas e serviços de saúde”, pontuou.

Fotos: Jessica Mendes

Municípios são premiados por avanços no planejamento de saúde no SUS

SES reúne 75 municípios para discutir planejamento em saúde e premia destaques de gestão

Nesta quinta-feira, 5, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Estadual de Saúde (Funesa), realizou o Seminário Anual sobre Instrumentos de Planejamento, reunindo representantes dos 75 municípios sergipanos. O evento contou com a participação de secretários municipais de saúde, técnicos de planejamento e conselheiros de saúde, com o objetivo de apresentar o monitoramento da situação dos instrumentos de planejamento municipais por meio do sistema DigiSUS Gestor – Módulo Planejamento. 
 
Durante o seminário, 22 municípios foram reconhecidos com certificados de menção honrosa por manterem seus instrumentos de planejamento atualizados até 1º de agosto de 2024, conforme levantamento realizado pela Diretoria de Planejamento (Diplan) da SES. Também foram fornecidas orientações para o encerramento de gestão. O secretário de Estado da Saúde, Cláudio Mitidieri, destacou a importância do evento para estreitar o relacionamento entre a SES e os municípios. “É um momento importante para aproximar a SES dos secretários municipais e conselheiros. Acompanhamos as metas do plano anual e identificamos ajustes necessários, cobrando o cumprimento dos pactos estabelecidos no início do ano. Esse seminário não é apenas uma oportunidade de discussão, mas também de confraternização, reforçando que as portas da Secretaria estão sempre abertas para os municípios”, revelou. 
 
O diretor de Planejamento da SES, Davi Fraga, enfatizou o papel da Secretaria no apoio técnico aos municípios para garantir a regularidade dos instrumentos de planejamento, conforme previsto em lei. “Estamos aqui com os gestores municipais, técnicos que operam o DigiSUS e os conselheiros municipais de saúde. Nosso trabalho é garantir que os municípios mantenham esses instrumentos atualizados, em conformidade com o Sistema Único de Saúde (SUS)”, explicou Fraga. A gerente do Centro de Informações e Decisões Estratégicas da SES, Eliane Nascimento, destacou a importância da participação dos gestores, técnicos de planejamento e conselheiros de saúde no processo de elaboração e consolidação dos instrumentos de planejamento. “Esses instrumentos, como o Plano de Saúde, a Programação Anual de Saúde, os Relatórios dos Quadrimestres e o Relatório Anual de Gestão, são obrigatórios por lei e fundamentais para garantir a execução das ações previstas no SUS. O controle social, por meio dos conselhos de saúde, tem um papel importante nesse processo, analisando, discutindo com a gestão e fazendo sugestões e aprovando o Plano de Saúde e para a Programação Anual de Saúde e avaliando e aprovando os relatórios quadrimestrais e o relatório anual de gestão”, ressaltou.
 
Eliane também mencionou que o sistema DigiSUS Gestor – Módulo Planejamento, do Ministério da Saúde, é a plataforma oficial para o registro e acompanhamento dos instrumentos de planejamento. “Nossa missão é orientar os municípios sobre como preencher o sistema e prestar contas aos conselhos. Anualmente, premiamos os municípios que mantêm seus instrumentos atualizados no sistema, e hoje, 22 deles foram reconhecidos por esse esforço”, concluiu.
 
A secretária de Saúde do município de Itabaianinha, Ingrid Alicia, ressaltou a relevância do evento para os gestores municipais. “Este seminário destaca a importância de manter os instrumentos de gestão atualizados e reforça a necessidade do planejamento para a execução eficaz das ações de saúde. A proximidade entre a gestão e os conselhos de saúde fortalece a transparência e o controle social, garantindo que os recursos sejam aplicados de forma adequada”, afirmou Ingrid.

Fotos: Nucom Funesa

Fotos: Jessica Mendes

Saúde destaca a importância do diagnóstico e tratamento precoce da toxoplasmose

Webpalestra voltada a profissionais da saúde aborda diagnóstico e tratamento da doença em Sergipe

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Estadual de Saúde (Funesa), realizou nesta terça-feira, 03, uma webpalestra focada em estratégias de prevenção e tratamento da toxoplasmose. O evento abordou tanto a toxoplasmose gestacional quanto a congênita, destacando a importância de ações continuadas de educação em saúde para enfrentar o crescimento dos casos da doença em Sergipe.

De acordo com a referência técnica em toxoplasmose na SES, Liliana Oliveira, houve um aumento no número dos casos de toxoplasmose, tanto em gestantes quanto em recém-nascidos. “A webpalestra de hoje enfatizou a necessidade de diagnósticos precoces e tratamentos adequados, visando reduzir a transmissão vertical e, consequentemente, a ocorrência de toxoplasmose congênita. Nosso objetivo é garantir diagnósticos mais precisos e tratamentos oportunos para minimizar os impactos da doença nas gestantes e nos bebês”, afirmou.

A médica pediatra Helga Machado também participou do evento, reforçando a relevância do debate promovido pela SES. “Crianças não tratadas correm riscos sérios, como lesões cerebrais, problemas de visão e audição, que podem comprometer seu desenvolvimento psicomotor. A toxoplasmose é uma doença grave e exige atenção e cuidados redobrados”, revelou.

Fotos: Jessica Mendes

Sergipe realiza I Conferência Estadual para Fortalecimento da Gestão do Trabalho e Educação na Saúde

Evento debate melhorias nas condições de trabalho e na educação permanente no SUS em Sergipe

Nesta quinta-feira, 29, foi realizada a I Conferência Estadual de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, promovida pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio do Conselho Estadual da Saúde (CES) e da Fundação Estadual da Saúde (Funesa). Com o tema ‘Democracia, trabalho e educação na saúde para o desenvolvimento: gente que faz o SUS acontecer’, o evento reuniu representantes de todo o estado com o objetivo de fortalecer a educação permanente das equipes de saúde, visando ao aprimoramento do trabalho e da revisão dos processos de formação dos profissionais de saúde.

A conferência foi um marco significativo na busca por melhorias nas condições de trabalho e na qualidade dos serviços de saúde em Sergipe, reforçando o compromisso com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Durante o evento, foram discutidos três eixos temáticos centrais: Democracia, controle social e o desafio da equidade na gestão participativa do trabalho e da educação em saúde; Trabalho digno, decente, seguro, humanizado, equânime e democrático no SUS: uma agenda estratégica para o futuro do Brasil; Educação para o desenvolvimento do trabalho na produção da saúde e do cuidado das pessoas que fazem o SUS acontecer: a saúde da democracia para a democracia da Saúde.

O secretário de Estado da Saúde e presidente do Conselho Estadual da Saúde, Cláudio Mitidieri, enfatizou a relevância do evento para o estado. “Esta é a primeira conferência de gestão do trabalho em Sergipe, um momento crucial para discutir as condições de trabalho dos profissionais que fazem o SUS funcionar. Estamos em busca de alternativas que melhorem essas condições, reduzam o estresse e garantam dignidade aos trabalhadores”, afirmou.

A diretora-geral da Funesa, Carla Fontes, destacou a missão da instituição em fortalecer o SUS. “A Funesa se orgulha de participar deste momento democrático, que tem como objetivo formular diretrizes para garantir o direito de acesso universal e equânime a uma saúde de qualidade. Parabenizo os conselheiros pelo trabalho e agradeço a todos os envolvidos na organização deste evento”, ressaltou.

O coordenador geral da conferência, Ubiraci Suassuna, destacou a importância das conferências na formulação de políticas de saúde. “Essas conferências, realizadas a cada quatro anos, são fundamentais para avaliar a situação da saúde no território e propor soluções para as necessidades identificadas. A conferência estadual condensa as propostas dos municípios e prioriza aquelas que serão inseridas no plano estadual de saúde”, afirmou Ubiraci.

A conselheira Lisandra Lima, representante do segmento de trabalhadores, destacou os benefícios que a conferência trará para os profissionais e usuários do SUS. “Essa conferência é essencial para debater as condições de trabalho e a educação em saúde, que impactam diretamente na qualidade dos serviços prestados à população. É a primeira conferência estadual com esse foco, e a partir daqui continuaremos a construir um SUS mais organizado e de maior qualidade”, enfatizou.

O conselheiro Luiz Carlos, representante dos usuários, expressou sua satisfação com a realização da conferência. “Para nós, usuários, este evento é uma grande conquista. Ele fortalece o controle social, a gestão e a educação em saúde, temas essenciais para garantir um atendimento de qualidade. Como pessoa com deficiência, me orgulho de ver que a conferência priorizou a acessibilidade, garantindo a participação de todos”, concluiu.

Saúde realiza webpalestra em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Fumo

Tabagismo passivo, cigarros eletrônicos e proteção em todos os ciclos de vida, é o tema da campanha deste ano

Em celebração ao Dia Nacional de Combate ao Fumo, que será comemorado no próximo dia 29 de agosto, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), em parceria com a Fundação Estadual da Saúde (Funesa), promoveu nesta segunda-feira, 26, uma webpalestra sobre o Programa de Tabagismo da SES. O evento abordou temas essenciais como tabagismo passivo, o uso de cigarros eletrônicos e a proteção em todos os ciclos de vida, com ênfase especial no cuidado de gestantes, crianças, pessoas com deficiência e pessoas idosas.

A referência técnica do Programa Tabagismo da SES, Ivete Góis, destacou a relevância da webpalestra para os coordenadores e técnicos municipais de saúde. “Este evento é uma oportunidade de reforçar a importância da conscientização sobre os riscos do tabagismo, tanto tradicional quanto eletrônico. Nosso objetivo é sensibilizar e mobilizar a população para os graves danos à saúde causados pelo tabaco, que mata mais de oito milhões de pessoas por ano, incluindo 1,3 milhão de mortes atribuídas ao tabagismo passivo”, afirmou.

Ivete Góis ressaltou que o tema escolhido para o Dia Nacional de Combate ao Fumo deste ano, ‘Tabagismo passivo, cigarros eletrônicos e proteção em todos os ciclos de vida’, visa proteger as gerações presentes e futuras. “Precisamos garantir um declínio contínuo do uso do tabaco e este evento é fundamental para capacitar os profissionais da saúde, coordenadores e técnicos das APS municipais de saúde, a transmitirem essa importância aos usuários de seus municípios fortalecendo a importância da sensibilização e conscientização dos riscos do tabagismo, tanto dos cigarros convencionais, quanto dos cigarros eletrônicos”, explicou.

O trabalho contínuo da Secretaria de Estado da Saúde, em parceria com o Ministério da Saúde e o Instituto Nacional do Câncer (Inca) foi destacado por Ivete na capacitação de profissionais técnicos municipais para o tratamento do tabagismo. “Nós temos medicações nas unidades de saúde, realizamos sessões de tratamento e oferecemos apoio constante aos usuários para que possam superar essa doença. O tabagismo é uma doença e nosso compromisso é ajudar as pessoas a se libertarem desse vício”, concluiu.

Texto e Imagem / Nucom- Funesa

Última atualização: 27 de agosto de 2024 15:26




Acessar o conteúdo