Saúde reforça a importância de abordar a prevenção das Infecções Sexualmente Transmissíveis nas escolas

A retomada de ações passa pela iniciativa dos diretores no ambiente educacional

A orientação sobre as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) nas escolas é de grande importância. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) e Fundação Estadual de Saúde (Funesa) reforçam a necessidade de abordar o tema no ambiente escolar para a proteção contra o HIV, Sífilis e Hepatites Virais.

Nesse sentido, a referência técnica do Programa IST/Aids da SES, Almir Santana, explica que é preciso reforçar as ações nas escolas, entendendo que o professor tem um elenco enorme de ideias, sendo preciso mostrar a importância que o ambiente escolar tem como espaço de prevenção.

Almir Santana informa que segundo dados do SES, existem hoje, no estado, 10 mil pessoas com o vírus da AIDS. Ele observa que há também um sério problema relacionado ao HPV, devido a baixa cobertura vacinal. “Precisamos mudar esse quadro. A escola é o ponto principal para melhorar essa vacinação”, assegura.

A enfermeira e referência Técnica do programa ‘Saúde na Escola’, Suziane Soares, destaca que o passo mais importante é sensibilizar os trabalhadores do ambiente escolar. “Temos feito oficinas através de parceria, porque o programa tem 14 eixos que precisam ser trabalhados. A educação sexual deve ser abordada”, afirma.

Suziane Soares atenta que em pesquisa recente, o IBGE mostra que os adolescentes iniciam a vida sexual aos 13 anos de idade, sendo então, mais vulneráveis a essas infecções. Ela observa ainda, que é preciso haver o trabalho de conscientização, orientação através de redes sociais, web palestra, observando que a vacina do HPV se encontra em baixa cobertura, devido aos movimentos antivacinas, bem como fake news.

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Última atualização: 16 de fevereiro de 2024 12:48.




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